No dia 27 de maio de 2022, fizemos uma visita ao Instituto Inhotim. Separamos a turma em grupos e durante a parte da manhã foi livre para irmos na Galeria Miguel do Rio Branco.
Ao fruir do documentário, das fotografias e das projeções nos lençóis sem ler as descrições notei uma ampla possibilidade de interpretações sobre a obra que são um pouco restringidas pela descrição. A galeria do Miguel Rio Branco é majoritariamente contemplativa, ficando a parte interativa restrita a somente uma pequena parte onde estão expostos lençóis com figuras de um lado e do outro lençóis que estão sendo usados como base para projeções.
Outra questão importante sobre essa obra é a forma com que arquitetura do prédio interfere nos caminhos para as exposições e também as interferências do prédio na obra propriamente dita. Quando eu cheguei na exposição fiquei um pouco perdida por onde começar a visitar, então, eu considero o caminho até as exposições internamente confuso e mal projetado. Além disso, sobre influência da arquitetura na fruição da obra, eu notei que, principalmente na sala onde estava sendo exposto o documentário, as paredes com angulação diferente parecem direcionar o olhar para a obra em conjunto com a pouca iluminação.
No que tange a questão exterior da galeria, temos um grande destaque na paisagem. Por ser feita de aço corten sua cor se sobressai a vegetação no entorno, o caminho pelo Inhotin até a galeria é bastante acidentado, com muitos morros.
No final da visita, eu fiz dois desenhos dessa galeria um interno e outro externo, respectivamente:
Comentários
Postar um comentário