Seminário Design de Interação
A proposta do seminário apresentado na quinta-feira, no dia 2 de junho de 2022, era separar duas obras que possuíam de fato um design de interação. Minha equipe separou, das referências passadas pelos professores, a instalação "A Casa é o Corpo: penetração, ovulação, germinação, expulsão" (1968) da Lygia Clark, e como referência externa a instalação "Firewall" (2013) do Aaron Sherwood em colaboração com Mike Allison.
A primeira obra, a da Lygia Clark, trás ao expectador a noção de que deve entrar na instalação e se submeter a um processo específico e a uma série de experiências físicas e, então, sair do outro lado expelido do corpo da escultura ou, de alguma forma, do próprio corpo. É uma estrutura onde o corpo se submete a algum tipo de situação repressiva ou opressiva fora do qual ele emerge.
A segunda obra, a do Aaron Sherwood em colaboração com Mike Allison, toca música e produz efeitos visuais baseados em toques e movimentos daquele que interage com a instalação da interface maleável. Além de criar efeitos gráficos, a música acelera e desacelera, e fica mais alta ou mais baixa, dependendo da profundidade do toque, ou seja, da deformação causada na interface.
Seguem abaixo os slides usados na apresentação do seminário.
Referências:

.png)
.png)

Comentários
Postar um comentário