Crítica estruturada das imagens Luz e Sombra

Bom, a atividade dessa quinta-feira, dia 28 de abril de 2022, é fazer uma crítica estruturada das fotografias dos objetos e da composição dos slides de dois colegas. Dessa forma, as fotografias cujas minhas críticas serão direcionadas pertencem a Tatiane Ferreira Rodrigues e da Ana Clara Ribeiro Chaves.
                                                                         
A imagem abaixo é da composição de slide da Tatiane:


A fotografia que mais me chama a atenção quando eu olho para está composição fotográfica no slide é a terceira imagem da sequência, pois o ângulo que as dobraduras foram fotografadas nos levam a querer observar o sentido que elas parecem percorrer na diagonal da esquerda para direita dando um sentido de movimento a imagem. Como vetores usados como representação matemática do sentido e direção da carga de um elemento, vemos em todos as três fotografias há um fluxo de luzes e sombras que nos leva a parte mais concentrada com sombras, mais densa. Na primeira, temos esse "fluxo" de "dentro para fora" com uma concentração de claro que se abre no entorno em tons mais escuros, já na segunda temos esse processo de densidade em todo o canto inferior da imagem foto. 
Em relação a composição do slide, notei que a segunda e a terceira imagem conversam melhor entre si, enquanto a primeira é um pouco discrepante do restante do grupo, uma vez que o tamanho, a distribuição e a forma como a exploração de luzes e sombras foram trabalhadas nas fotografias evidenciam essa disparidade. 
Uma outra característica que mostra um cuidado na exploração das luzes e sombras na terceira e na segunda fotografias é a projeção desses desenhos arbitrariamente distribuídos feitos pela luz em contraste com as sombras do objeto.
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A imagem abaixo é da Ana Clara:

Nessa composição da Ana Clara, a fotografia que mais me chama a tenção do trio é a segunda uma vez que o contraste entre luzes e sombras estão melhor aproveitadas. Além disso, o plano de fundo da foto aparecendo no canto superior esquerdo me faz focar nessa parte da imagem causando um certo estranhamento por destoar do objeto, da fotografia em si e da composição formada pelas três fotos. Outra questão relevante que também notei nessas três imagens é que claramente existem áreas de maior "peso" em relação a concentração de claros e escuros.
Na primeira fotografia, essa densidade está no canto superior esquerdo, o que faz com que a leitura da imagem seja de forma diagonal da direita para a esquerda. Já na segunda fotografia, apesar de um pouco perturbada pelo plano de fundo em evidência essa espécie de fluxo da imagem está apontando para o canto inferior da esquerda para a direita em diagonal também. E, por fim, temos a terceira imagem, na qual a partir de um contraste mais sutil, pode-se notar os "vetores" indo para o canto superior direito.
Em relação a montagem dos slides, a largura das imagens está um pouco diferente e o conjunto das três não estão centralizadas na lâmina, o que acaba destoando um pouco da abstração mais geometrizada proposta nas imagens.

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